Meus pés vão pisando a terra que é a imagem da minha vida: Tão vazia, mas tão bela. Tão certa, mas tão perdida.
30/05/2012 @ 18:16 com 3 notes
Quando a gente gosta, a gente cuida. Cuida mais do que devia. Gostar é se prevenir do desgosto. A gente nunca sabe o que é suficiente, a gente vai se doando, se gastando, sem pedir troco. A gente gasta mais do que tem e corre atrás para imaginar o que não viveu para não fazer falta à memória mais adiante.
30/05/2012 @ 18:11 com 6,428 notes
Mania de te ver, te ouvir e te sentir em todos os lugares.
30/05/2012 @ 18:08 com 10,639 notes
Se tua voz tivesse força igual a imensa dor que sentes, teu grito acordaria não só a tua casa mas a vizinhança inteira.
30/05/2012 @ 18:08 com 1,600 notes
Não iriam entender que vez em quando a gente fica triste sem motivo, ou pior ainda, sem saber sequer se está mesmo triste.
30/05/2012 @ 0:09 com 3,530 notes
O rouge virou blush. O pó-de-arroz virou pó-compacto. O brilho virou gloss. O rímel virou máscara incolor. A Lycra virou stretch. Anabela virou plataforma. O corpete virou porta-seios. Que virou sutiã. Que virou silicone. A peruca virou aplique… interlace… megahair… alongamento. A escova virou chapinha. ‘Problemas de moça’ viraram TPM. Confete virou MMs. A crise de nervos virou estresse. A purpurina virou gliter. A tanga virou fio dental. E o fio dental virou anti-séptico bucal. Ninguém mais vê: O à-la-carte porque virou self-service. A tristeza agora é depressão. O espaguete virou miojo pronto. A paquera virou pegação. A gafieira virou dança de salão. O que era praça virou shopping. A areia virou ringue. O LP virou CD. A fita de vídeo é DVD. O CD já é MP3. É um filho onde eram seis. O álbum de fotos agora é mostrado por e-mail. O namoro agora é virtual. A cantada virou torpedo. E do ‘não’ não se tem medo. O break virou street. O samba, pagode. O carnaval de rua virou Sapucaí. O folclore brasileiro, halloween. O piano agora é teclado, também. O forró de sanfona ficou eletrônico. Fortificante não é mais Biotônico. Polícia e ladrão virou Counter Strike. Fauna e flora a desaparecer. Lobato virou Paulo Coelho. Caetano virou um pentelho. Elis ressuscitou em Maria Rita. Raul e Renato. Cássia e Cazuza. Lennon e Elvis. A AIDS virou gripe. A bala antes encontrada agora é perdida. A violência está maldita. A maconha é calmante. O professor é agora o facilitador. As lições já não importam mais. A guerra superou a paz. E a sociedade ficou incapaz. De tudo. Inclusive de notar essas diferenças.
30/05/2012 @ 0:08 com 17,899 notes
Regue as plantas, regue suas relações, regue seu futuro, porque sem cuidar, nada floresce.
30/05/2012 @ 0:04 com 12,568 notes
Os corações estão secos, os olhos estão sem brilho, os abraços estão vazios. Não existe mais amor como antigamente.
— Caio Augusto Leite (via tekpix)
30/05/2012 @ 0:04 com 6,364 notes
Aprendi também a não contar muito com os outros: na medida do possível, faço tudo só. Dá mais certo.
30/05/2012 @ 0:00 com 4,831 notes
Depois de tantos silêncios, resolvi voltar a conversar comigo, ainda que mentalmente. Muitas vezes fico assim, recostada em mim, pensamento longe, coração andando devagar e analisando cada cenário que passa em câmera lenta, a vida em preto e branco. Não foi difícil nem tenso, foi diferente.
— Clarissa Corrêa (via 22-18)
30/05/2012 @ 0:00 com 792 notes